quarta-feira, 30 de junho de 2010
SEMINÁRIO PLR NO SINDICATO
Companheiros no dia 21 de agosto estaremos realizando seminário para debater as formas de distribuição de lucro que são praticas em joinville e algumas regiões do país.Estarmos convidando para o seminários alguns companheiros de são paulo Porto Alegre, e Mauá. O seminário será realizado na sede do sindicato,e as inscrições serão limitadas.Maiores informações na próxima tribuna do metalúrgico.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
AGRAVO DE INSTRUMENTO
Para recorrer ao TST, empresa terá de pagar agravo de instrumento
Empresas condenadas na Justiça do Trabalho que quiserem recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) por meio de um agravo de instrumento terão de depositar metade do valor da sentença.
É o que determina projeto de lei aprovado no Congresso Nacional que aguarda apenas a sanção do presidente Lula para entrar em vigor.
Atualmente, a agravo de instrumento é muito usado pelos patrões porque permite adiar o pagamento das ações vencidas pelos trabalhadores sem qualquer despesa para as empresas.
Essa manobra sobrecarrega a Justiça do Trabalho e os processos demoram cada vez mais para serem concluídos. O projeto de lei que está na mesa de Lula determina o pagamento de metade do valor da sentença justamente para desmotivar a empresa a usar o recurso quando a intenção do patrão for empurrar o problema com a barriga.
O que é - O agravo de instrumento é usado por advogados para questionar decisões de tribunais regionais do trabalho (TRTs), a segunda instância da Justiça do Trabalho nos Estados.
Por exemplo, o trabalhador vence uma ação no TRT. Para ganhar tempo e adiar o pagamento, a empresa entra com o agravo de instrumento no TST, a instância superior da Justiça, tentando provar que o TRT errou no julgamento.
Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
Empresas condenadas na Justiça do Trabalho que quiserem recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) por meio de um agravo de instrumento terão de depositar metade do valor da sentença.
É o que determina projeto de lei aprovado no Congresso Nacional que aguarda apenas a sanção do presidente Lula para entrar em vigor.
Atualmente, a agravo de instrumento é muito usado pelos patrões porque permite adiar o pagamento das ações vencidas pelos trabalhadores sem qualquer despesa para as empresas.
Essa manobra sobrecarrega a Justiça do Trabalho e os processos demoram cada vez mais para serem concluídos. O projeto de lei que está na mesa de Lula determina o pagamento de metade do valor da sentença justamente para desmotivar a empresa a usar o recurso quando a intenção do patrão for empurrar o problema com a barriga.
O que é - O agravo de instrumento é usado por advogados para questionar decisões de tribunais regionais do trabalho (TRTs), a segunda instância da Justiça do Trabalho nos Estados.
Por exemplo, o trabalhador vence uma ação no TRT. Para ganhar tempo e adiar o pagamento, a empresa entra com o agravo de instrumento no TST, a instância superior da Justiça, tentando provar que o TRT errou no julgamento.
Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
domingo, 20 de junho de 2010
CAMPANHA DE ARECADAÇÃO DE ALIMENTOS BUSSCAR
Os companheiros e companheiras, trabalhadores e trabalhadoras da Busscar Ônibus
passam por um momento muito difícil e delicado: não recebem salários à meses, e com
isso suas casas estão com os armários vazios. Suas famílias não tem mais o que por na
mesa para os filhos, as contas de água e luz vencendo. Nesta hora é preciso
solidariedade. Nesse momento é preciso coração e ação em uma corrente para ajudar
esses irmãos.
O Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região e os trabalhadores da Busscar
Ônibus lançam a campanha de Arrecadação de Alimentos. Você pode ajudar com arroz,
trigo, leite, macarrão. Pode ajudar com uma cesta básica para que quase quatro mil
famílias não passem fome. Seja solidário. Envie sua doação para o Sindicato dos
Mecânicos na rua Luiz Niemeyer, 184 – Centro – próximo ao Banco do Brasil, ou ligue
para (47) 3027.1183 e diga: quero ajudar os trabalhadores da Busscar.
O Sindicato dos Metalúrgicos de Joinville chama todos os companheiros
metalúrgicos para contribuir e apoiar nesse difícil momento dos trabalhadores da
BUSSCAR. Só mesmo a união e a solidariedade que já é conhecida dos companheiros vai
fazer a diferença e somar para o sucesso dessa campanha. Estaremos recebendo as
arrecadações somente entre os dias 21 a 25 de junho. Traga sua colaboração e entregue
diretamente ao seu dirigente sindical no seu posto de trabalho.
Os Sindicatos e os companheiros da Busscar agradecem!
passam por um momento muito difícil e delicado: não recebem salários à meses, e com
isso suas casas estão com os armários vazios. Suas famílias não tem mais o que por na
mesa para os filhos, as contas de água e luz vencendo. Nesta hora é preciso
solidariedade. Nesse momento é preciso coração e ação em uma corrente para ajudar
esses irmãos.
O Sindicato dos Mecânicos de Joinville e Região e os trabalhadores da Busscar
Ônibus lançam a campanha de Arrecadação de Alimentos. Você pode ajudar com arroz,
trigo, leite, macarrão. Pode ajudar com uma cesta básica para que quase quatro mil
famílias não passem fome. Seja solidário. Envie sua doação para o Sindicato dos
Mecânicos na rua Luiz Niemeyer, 184 – Centro – próximo ao Banco do Brasil, ou ligue
para (47) 3027.1183 e diga: quero ajudar os trabalhadores da Busscar.
O Sindicato dos Metalúrgicos de Joinville chama todos os companheiros
metalúrgicos para contribuir e apoiar nesse difícil momento dos trabalhadores da
BUSSCAR. Só mesmo a união e a solidariedade que já é conhecida dos companheiros vai
fazer a diferença e somar para o sucesso dessa campanha. Estaremos recebendo as
arrecadações somente entre os dias 21 a 25 de junho. Traga sua colaboração e entregue
diretamente ao seu dirigente sindical no seu posto de trabalho.
Os Sindicatos e os companheiros da Busscar agradecem!
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Ministro diz que agravo de instrumento é meramente protelatório
Notícias do Tribunal Superior do Trabalho
17/06/2010
Mudança na CLT não prejudica trabalhador em nenhuma hipótese, explica presidente do TST
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Milton de Moura França, esclarece que, diferentemente de algumas interpretações minoritárias e equivocadas, a nova sistemática para interposição de Agravo de Instrumento, conforme determina o PLC 46/2010, aprovado pelo Senado Federal e encaminhado na segunda-feira (14/6) para sanção do presidente Lula, não irá, em nenhuma hipótese, prejudicar os trabalhadores. “Pelo contrário. Afinal, a interposição do agravo de instrumento surge quando o recurso que pretende alterar decisão condenatória nos títulos trabalhistas em julgamento tem seu seguimento negado. É o empregador, portanto, que, diante da obrigação gerada por esse reconhecimento, recorre a esse mecanismo, na maioria das vezes com intuito meramente protelatório. Isso está claro, diante do fato de que, das centenas de milhares de agravos de instrumento interpostos anualmente no TST, 95% são desprovidos por não apresentarem condições mínimas de prosseguimento”.
Por outro lado, o presidente do TST reitera sua convicção de que, nos termos em que a alteração na CLT foi aprovada pelo Legislativo, a sociedade como um todo irá ter um ganho expressivo, pois isso contribuirá, em grande escala, para a celeridade no processo trabalhista. “Esse é o grande clamor da sociedade brasileira – diga-se de passagem, absolutamente justificado. Neste sentido, concordamos plenamente com o senso comum, quando surge a indagação: de que adianta para o trabalhador ganhar a ação e não receber o que é de direito?”
Veja aqui a matéria do Correio Braziliense.
17/06/2010
Mudança na CLT não prejudica trabalhador em nenhuma hipótese, explica presidente do TST
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Milton de Moura França, esclarece que, diferentemente de algumas interpretações minoritárias e equivocadas, a nova sistemática para interposição de Agravo de Instrumento, conforme determina o PLC 46/2010, aprovado pelo Senado Federal e encaminhado na segunda-feira (14/6) para sanção do presidente Lula, não irá, em nenhuma hipótese, prejudicar os trabalhadores. “Pelo contrário. Afinal, a interposição do agravo de instrumento surge quando o recurso que pretende alterar decisão condenatória nos títulos trabalhistas em julgamento tem seu seguimento negado. É o empregador, portanto, que, diante da obrigação gerada por esse reconhecimento, recorre a esse mecanismo, na maioria das vezes com intuito meramente protelatório. Isso está claro, diante do fato de que, das centenas de milhares de agravos de instrumento interpostos anualmente no TST, 95% são desprovidos por não apresentarem condições mínimas de prosseguimento”.
Por outro lado, o presidente do TST reitera sua convicção de que, nos termos em que a alteração na CLT foi aprovada pelo Legislativo, a sociedade como um todo irá ter um ganho expressivo, pois isso contribuirá, em grande escala, para a celeridade no processo trabalhista. “Esse é o grande clamor da sociedade brasileira – diga-se de passagem, absolutamente justificado. Neste sentido, concordamos plenamente com o senso comum, quando surge a indagação: de que adianta para o trabalhador ganhar a ação e não receber o que é de direito?”
Veja aqui a matéria do Correio Braziliense.
terça-feira, 15 de junho de 2010
PPRESIDENTE ASSINNA REAJUSTE DOS APOSENTADOS
Lula sanciona reajuste de 7,7% a aposentados e pensionistas
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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu nesta terça-feira (15) sancionar o reajuste de 7,72% aos aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo e vetar o fim do fator previdenciário.O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega
“O presidente resolveu vetar o fim do fator previdenciário e sancionar o aumento de 7,72% e nos liberou para fazer cortes que vão compensar o aumento de R$ 1,6 bilhão este ano [que será gerado com a diferença entre o 6,14% e 7,72% no Orçamento da União", afirmou o ministro.
Mantega explicou que o presidente autorizou a equipe econômica a mandar para o Congresso, se necessário, emendas para manter a solidez das contas públicas. O ministro ressaltou que a preocupação central é manter o equilíbrio fiscal do governo.
O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), que acompanhou Mantega, afirmou que a decisão não se baseou nas eleições, mas em uma demanda popular. “Foi criada uma expectativa muito grande. Mas não prevaleceu nenhuma decisão política. Não tem nada a ver com as eleições. [Se fosse vetado] teria de se fazer uma nova medida provisória, que só seria votada em agosto", falou.
A proposta original do governo era de um reajuste de 3,5%, mas depois de um acordo com as centrais sindicais e entidades dos aposentados, ficou definido o índice de 6,14%. No Congresso, a medida provisória recebeu duas emendas, a do fim do fator previdenciário e a elevando para 7,7% o aumento.
Ontem (14), em evento em Minas Gerais, Lula afirmou que não pretendia estragar a sua boa relação com os trabalhadores aposentados.
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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu nesta terça-feira (15) sancionar o reajuste de 7,72% aos aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo e vetar o fim do fator previdenciário.O anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega
“O presidente resolveu vetar o fim do fator previdenciário e sancionar o aumento de 7,72% e nos liberou para fazer cortes que vão compensar o aumento de R$ 1,6 bilhão este ano [que será gerado com a diferença entre o 6,14% e 7,72% no Orçamento da União", afirmou o ministro.
Mantega explicou que o presidente autorizou a equipe econômica a mandar para o Congresso, se necessário, emendas para manter a solidez das contas públicas. O ministro ressaltou que a preocupação central é manter o equilíbrio fiscal do governo.
O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT-SP), que acompanhou Mantega, afirmou que a decisão não se baseou nas eleições, mas em uma demanda popular. “Foi criada uma expectativa muito grande. Mas não prevaleceu nenhuma decisão política. Não tem nada a ver com as eleições. [Se fosse vetado] teria de se fazer uma nova medida provisória, que só seria votada em agosto", falou.
A proposta original do governo era de um reajuste de 3,5%, mas depois de um acordo com as centrais sindicais e entidades dos aposentados, ficou definido o índice de 6,14%. No Congresso, a medida provisória recebeu duas emendas, a do fim do fator previdenciário e a elevando para 7,7% o aumento.
Ontem (14), em evento em Minas Gerais, Lula afirmou que não pretendia estragar a sua boa relação com os trabalhadores aposentados.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
SINDICATO AMPLIA HORARIO DE DENTISTAS
PROCURANDO SEMPRE MELHORAR OS SERVIÇOS PRESTADOS AOS NOSSOS ASSOCIADOS E SEUS FAMILIARES, O SINDICATO AMPLIOU OS SEVIÇOS ODONTOLÓGICOS NA SEDE.
AGORA DE SEGUNDA A SEXTA FEITA TEREMOS ATENDIMENTOS ONDOTOLÓGICO DAS 8:00 AS 12:00 E DAS 14:00 AS 18:00
FIQUE SÓCIO VOCE TAMBÉM E FORTALEÇA O SEU SINDICATO
AGORA DE SEGUNDA A SEXTA FEITA TEREMOS ATENDIMENTOS ONDOTOLÓGICO DAS 8:00 AS 12:00 E DAS 14:00 AS 18:00
FIQUE SÓCIO VOCE TAMBÉM E FORTALEÇA O SEU SINDICATO
terça-feira, 8 de junho de 2010
TRABALHADORES DA TUPY EM MAUÁ SP ASSINAM ACORDO DE PPR, VEJA SE HÁ DIFERENÇA
Fernando Bortolin
Agência BOM DIA
Os 1,1 mil trabalhadores da Fundição Tupy, em Mauá, aprovaram por unanimidade as metas de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) negociada entre a empresa e o Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André Mauá, ontem.
“Os trabalhadores terão de cumprir cinco indicadores neste ano, um a mais que em 2009, e aqueles que ganham até R$ 1.378,00 terão direito a um salário a mais”, disse o vice-presidente do sindicato, Sivaldo da Silva Pereira, o Espirro.
Até 2009, os trabalhadores tinham quatro indicadores a cumprir: segurança, qualidade, produtividade e vendas. Neste ano, foi incluído um indicador econômico (de lucro líquido).
“Se os trabalhadores atingirem todas as metas, quem ganha até R$ 1.378,00 terá PLR de R$ 3,7 mil, ante R$ 2,7 mil em 2009”, diz Espirro, lembrando que quem ganha mais terá o PLR maior. A 1ª parcela, de R$ 1,8 mil, será paga dia 15 de junho e a 2ª, até o quinto dia útil de fevereiro de 2011.
Agência BOM DIA
Os 1,1 mil trabalhadores da Fundição Tupy, em Mauá, aprovaram por unanimidade as metas de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) negociada entre a empresa e o Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André Mauá, ontem.
“Os trabalhadores terão de cumprir cinco indicadores neste ano, um a mais que em 2009, e aqueles que ganham até R$ 1.378,00 terão direito a um salário a mais”, disse o vice-presidente do sindicato, Sivaldo da Silva Pereira, o Espirro.
Até 2009, os trabalhadores tinham quatro indicadores a cumprir: segurança, qualidade, produtividade e vendas. Neste ano, foi incluído um indicador econômico (de lucro líquido).
“Se os trabalhadores atingirem todas as metas, quem ganha até R$ 1.378,00 terá PLR de R$ 3,7 mil, ante R$ 2,7 mil em 2009”, diz Espirro, lembrando que quem ganha mais terá o PLR maior. A 1ª parcela, de R$ 1,8 mil, será paga dia 15 de junho e a 2ª, até o quinto dia útil de fevereiro de 2011.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
METALURGICOS QUEREM FIM DO FATOR PREVIDENCIARIO
O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC solicitou na terça-feira (1) ao presidente Lula que sancione o projeto de lei que extingue o fator previdenciário e o que reajusta em 7,7% as aposentadorias de quem recebe mais que um salário mínimo.
O Sindicato também reforçou a reivindicação de isentar a PLR da cobrança do Imposto de Renda.
"Queremos ter o mesmo tratamento dos patrões, que não pagam Imposto de Renda por suas retiradas sobre os lucros das empresas", disse para Lula o presidente do Sindicato, Sérgio Nobre, que entregou a pauta junto com o coordenador da Comissão de Fábrica na Volks, José Roberto Nogueira, o Bigodinho e o presidente licenciado da CNM/CUT, Carlos Grana.
Os três pedidos foram apresentadas na abertura do encontro do conselho executivo do Comitê Mundial dos Trabalhadores na VW, que acontece até quinta-feira (3) na planta de São Bernardo do Campo.
Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
O Sindicato também reforçou a reivindicação de isentar a PLR da cobrança do Imposto de Renda.
"Queremos ter o mesmo tratamento dos patrões, que não pagam Imposto de Renda por suas retiradas sobre os lucros das empresas", disse para Lula o presidente do Sindicato, Sérgio Nobre, que entregou a pauta junto com o coordenador da Comissão de Fábrica na Volks, José Roberto Nogueira, o Bigodinho e o presidente licenciado da CNM/CUT, Carlos Grana.
Os três pedidos foram apresentadas na abertura do encontro do conselho executivo do Comitê Mundial dos Trabalhadores na VW, que acontece até quinta-feira (3) na planta de São Bernardo do Campo.
Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
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